● SÃO PAULO · 12 MILHÕES DE HABITANTES ● 24 ANOS DE DIFERENÇA NA EXPECTATIVA DE VIDA ENTRE BAIRROS DA MESMA CIDADE ● 84% DAS MORTES POR AÇÃO POLICIAL SÃO DE PESSOAS NEGRAS ● 72% DOS ALUNOS DO NOTURNO TRABALHAM ENQUANTO ESTUDAM ● 1,2 MILHÃO DE PESSOAS SEM REDE DE ESGOTO NA CAPITAL ● 71 MIN DE TRANSPORTE EM MARSILAC · 25 MIN EM PINHEIROS ● WEBSÉRIE JORNALÍSTICA · 5 EPISÓDIOS · 2026 ● QUANDO O DIREITO VIRA EXCEÇÃO ● SÃO PAULO · 12 MILHÕES DE HABITANTES ● 24 ANOS DE DIFERENÇA NA EXPECTATIVA DE VIDA ENTRE BAIRROS DA MESMA CIDADE ● 84% DAS MORTES POR AÇÃO POLICIAL SÃO DE PESSOAS NEGRAS ● 72% DOS ALUNOS DO NOTURNO TRABALHAM ENQUANTO ESTUDAM ● 1,2 MILHÃO DE PESSOAS SEM REDE DE ESGOTO NA CAPITAL ● 71 MIN DE TRANSPORTE EM MARSILAC · 25 MIN EM PINHEIROS ● WEBSÉRIE JORNALÍSTICA · 5 EPISÓDIOS · 2026 ● QUANDO O DIREITO VIRA EXCEÇÃO
Mais do que expor problemas — traduzir uma cidade.
Uma websérie jornalística que percorre as periferias de São Paulo para mostrar como saúde, educação, transporte, moradia e segurança funcionam na prática — e não apenas no papel.
Quem Somos
Libertários é uma websérie jornalística que mergulha nas contradições de São Paulo para entender um ponto simples, mas pouco discutido de verdade: por que direitos básicos não chegam para todo mundo.
A série percorre diferentes territórios da cidade, principalmente as periferias, para mostrar como saúde, educação, transporte, moradia e segurança funcionam na prática — e não apenas no papel. A partir de relatos reais, especialistas e dados, o projeto conecta o que as pessoas vivem no dia a dia com as estruturas que mantêm essa desigualdade.
Mais do que expor problemas, Libertários busca traduzir uma cidade complexa de forma direta, acessível e sem filtro — aproximando o público de realidades que muitas vezes ficam invisíveis.
EDITORIAL
O projeto em detalhes
TEMA CENTRAL
Desigualdade urbana e a falha no acesso a direitos básicos nas periferias de São Paulo.
LINHA EDITORIAL
Jornalismo investigativo com foco em desigualdade urbana, guiado por histórias reais e sustentado por dados e análise de especialistas. A abordagem prioriza a escuta de moradores das periferias, conectando experiências individuais aos problemas estruturais da cidade — com linguagem direta, acessível e sem filtros, voltada para o ambiente digital e para a construção de reflexão crítica sobre o acesso a direitos em São Paulo.
PROBLEMA DE PESQUISA
O que acontece quando direitos garantidos pela Constituição não chegam — ou não são plenamente eficazes — na vida dos moradores das periferias de São Paulo? E quais fatores explicam essa desigualdade no acesso?
LINGUAGEM E ABORDAGEM
Linguagem direta, acessível e sem formalidade excessiva, com tom próximo do público jovem, mas sem perder a profundidade. O projeto evita jargões técnicos e traduz temas complexos de forma clara, mantendo ritmo dinâmico e envolvente. A abordagem combina jornalismo investigativo, narrativa documental e storytelling — unindo relatos reais de moradores, entrevistas com especialistas e dados para contextualização.
OBJETIVOS
OBJETIVO PRINCIPAL
Investigar por que direitos básicos não chegam de forma igual às periferias de São Paulo — a partir das experiências de quem vive nesses territórios, conectando essas vivências aos fatores estruturais da cidade por meio de uma websérie jornalística audiovisual.
OBJETIVO ESPECÍFICOS
01
Registrar relatos de moradores sobre o acesso a serviços essenciais — saúde, educação, transporte, moradia e segurança.
02
Relacionar essas experiências com dados e análises de especialistas para explicar as desigualdades urbanas.
03
Identificar os principais fatores estruturais e decisões que contribuem para a falta de acesso a direitos em diferentes regiões da cidade.
DADOS
A desigualdade em números
ANOS
A expectativa de vida em Moema e Alto de Pinheiros é de 81 anos. Em Cidade Tiradentes e Iguatemi, é de 57 anos. São 24 anos de diferença dentro da mesma cidade — separados por alguns quilômetros e pelo CEP. Não é fatalidade. É política pública, investimento e abandono territorial.
Fonte: Secretaria Municipal de Saúde SP
A expectativa de vida em Moema e Alto de Pinheiros é de 81 anos. Em Cidade Tiradentes e Iguatemi, é de 57 anos. São 24 anos de diferença dentro da mesma cidade — separados por alguns quilômetros e pelo CEP. Não é fatalidade. É política pública, investimento e abandono territorial.
Fonte: Secretaria Municipal de Saúde SP
0M
Mais de 1,2 milhão de pessoas não têm acesso à rede de coleta de esgoto na capital paulista. O resultado é direto: cerca de 80% do esgoto gerado por ocupações informais da Zona Sul é lançado diretamente nas represas Billings e Guarapiranga — os mesmos reservatórios que abastecem a metrópole. A cidade contamina a própria água que bebe.
Fonte: SNIS / Sabesp, 2024
Mais de 1,2 milhão de pessoas não têm acesso à rede de coleta de esgoto na capital paulista. O resultado é direto: cerca de 80% do esgoto gerado por ocupações informais da Zona Sul é lançado diretamente nas represas Billings e Guarapiranga — os mesmos reservatórios que abastecem a metrópole. A cidade contamina a própria água que bebe.
Fonte: SNIS / Sabesp, 2024
MIN
Enquanto um morador de Pinheiros leva 25 minutos no transporte público durante o horário de ponta, um morador de Marsilac gasta 71 minutos na mesma viagem — quase o triplo. A média municipal é de 41 minutos. O CEP define não só onde você mora, mas quanto da sua vida você perde no caminho.
Fonte: SPTrans / Metrô SP
Enquanto um morador de Pinheiros leva 25 minutos no transporte público durante o horário de ponta, um morador de Marsilac gasta 71 minutos na mesma viagem — quase o triplo. A média municipal é de 41 minutos. O CEP define não só onde você mora, mas quanto da sua vida você perde no caminho.
Fonte: SPTrans / Metrô SP
%
84% das pessoas mortas por ação policial em São Paulo são negras — pretas ou pardas. 76% têm entre 14 e 29 anos. Além disso, jovens negros têm até 3 vezes mais probabilidade de serem abordados na via pública do que jovens brancos em bairros de alta renda. A violência do Estado não é aleatória — ela tem endereço, cor e idade.
Fonte: SSP-SP / Ouvidoria da Polícia SP
84% das pessoas mortas por ação policial em São Paulo são negras — pretas ou pardas. 76% têm entre 14 e 29 anos. Além disso, jovens negros têm até 3 vezes mais probabilidade de serem abordados na via pública do que jovens brancos em bairros de alta renda. A violência do Estado não é aleatória — ela tem endereço, cor e idade.
Fonte: SSP-SP / Ouvidoria da Polícia SP
%
72% dos alunos do Ensino Médio no período noturno trabalham — formal ou informalmente. A consequência direta: a taxa de abandono e evasão escolar no turno da noite é 3 vezes superior à do período diurno. Para grande parte desses estudantes, a escola não compete com o mercado de trabalho — compete com a sobrevivência.
Fonte: Secretaria Estadual de Educação SP
72% dos alunos do Ensino Médio no período noturno trabalham — formal ou informalmente. A consequência direta: a taxa de abandono e evasão escolar no turno da noite é 3 vezes superior à do período diurno. Para grande parte desses estudantes, a escola não compete com o mercado de trabalho — compete com a sobrevivência.
Fonte: Secretaria Estadual de Educação SP
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